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Bolsonaro defendeu mudanças na legislação sobre os casos de violência que acontecem no Ceará

O presidente afirmou que os crimes em série que assolam a região, demonstram necessidade mais que urgente de novas legislações.

Por Redação em 11/01/2019 às 10:26:19

O presidente da República Jair Bolsonaro se manifestou, nesta sexta-feira (11), sobre os casos de violência que acontecem no Ceará há mais de uma semana. Ele publicou o vídeo de um grupo de criminosos ateando fogo em um posto de combustível na cidade de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.

O vídeo foi gravado pelo próprio bandido, que xinga Bolsonaro e faz uma ameaça.

Aí Bolsonaro, se você continuar oprimindo os irmãos, vai ver só isso aí. O fogo vai pegar na Caucaia - diz o criminoso.


Publicação de Jair Bolsonaro sobre violência no Ceará Foto: Reprodução

O presidente afirmou que os crimes em série que assolam a região, demonstram "necessidade mais que urgente" de novas legislações.

- Note a necessidade mais que urgente de se mudar a legislação com participação de todas as esferas de Poderes e imprensa. Não porque o marginal ameaça citando meu nome, mas para mostrar ao povo ordeiro de que lado estão o Executivo, Legislativo e Judiciário - declarou o militar.

ENTENDA
Os ataques violentos começaram no dia 2 de janeiro. Criminosos atearam fogo em ônibus e carros, empresas de telefonia e invadiram prédios públicos. Nesta quinta-feira, eles chegaram a explodir bombas embaixo de dois viadutos da capital. As detonações danificaram a estrutura da base do metrô, mas não provocaram desmoronamentos.

Os crimes aconteceram em 43 municípios cearenses. Foi confirmado o envolvimento de facções nos 187 ataques registrados até agora. Dos 287 presos até agora, 35 são integrantes de organizações criminosas. Eles foram transferidos para presídios federais.

O Conselho Penitenciário do Estado do Ceará afirmou que essa é uma represália contra o secretário Mauro Albuquerque, mas vídeos divulgados pelos próprios bandidos citam diretamente o presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: pleno.news